Projeto Curricular de Escola


INTRODUÇÃO

O Projeto Curricular (PC) do Externato Nossa Senhora do Rosário visa dar a conhecer a forma de concretização do Projeto Educativo, no ano letivo 2021-2022, no que às prioridades de intervenção apresentadas respeita, na esteira do Projeto Pastoral “Levanta-te e Testemunha” na pragmática de uma Escola Católica, Salesiana, no âmbito do desenvolvimento de projetos e ações, com base num trabalho colaborativo, com espaços de trabalho interdisciplinar, com definição de objetivos de aprendizagem, áreas de competências e estratégias por disciplina, por turma, por ano e por ciclo, tendo como âmago educar evangelizando, evangelizar educando.

Os tempos são de oportunidade e, concomitante, responsabilidade, implicando-nos e apelando a que sejamos capazes de nos levantarmos e sermos testemunho vivo de Cristãos em todas e quaisquer situações, com dinamismo e fé.
Herdámos um carisma, uma educação que tem em Jesus o seu propósito, caminho e finalidade. Se há dois séculos, educar com os valores cristãos salvou muitos jovens de Turim, hoje, constrói caráter e forma “bons cristãos e honestos cidadãos”.

O Projeto Pastoral é na pragmática do dia a dia o orientador das ações de Escola e o eixo vetorial que guia as aprendizagens do ser, na perspetiva da educação integral da pessoa.

I. OPÇÕES E PRIORIDADES

As opções e prioridades têm em conta o Projeto Educativo e os documentos curriculares de referência, designadamente as Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, sabendo-se que na autonomia consignada à Escola se definem Planos de Estudo por disciplina e se operacionaliza a articulação curricular ao nível do Projeto Curricular de Ano/Turma, com base no Projeto Pastoral e no Perfil do aluno do ENSR, em específico na transversalidade impressa na área disciplinar de EMRC na Cidadania no 2.º e 3.º ciclos. Na assunção da nossa missão evangelizadora, enquanto escola católica, a referida área disciplinar promove a responsabilidade social de cidadania ativa à luz do Evangelho, com uma componente de Cidadania e Desenvolvimento e de Formação Salesiana, no
conhecimento de si mesmo e da responsabilidade de sermos cristãos, sabendo-se que no 3.º ciclo, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), bem como as disciplinas de Complemento á Educação Artística – Música (7.ºano) e Educação Tecnológica (8.º e 9.º anos) – integram a área de EMRC na Cidadania, numa perspetiva de gestão integrada dos saberes, para a mobilização autónoma e intencional.

No 2.º ciclo, a Área Experimental – tem como disciplinas estruturadoras Matemática, TIC e Ciências Naturais, privilegiando o trabalho prático, colaborativo, com vista ao desenvolvimento do espírito crítico e criativo e raciocínio e resolução de problemas.
Na reflexão de que a mudança é um caminho a percorrer, desenhámos um périplo no ENSR, que se encetou de forma pragmática numa perspetiva crítica de que o trabalho na Escola tem que passar por um processo de ensino/aprendizagem interdisciplinar, em que se definiu, de acordo com o Projeto Educativo e PC, as competências a privilegiar e os objetivos de aprendizagem para cada turma e ano.

Com base neste propósito, pensou-se um trabalho de planificação interdisciplinar, em que se cruzaram aprendizagens essenciais e se definiram as competências a privilegiar e a desenvolver e as metodologias, atividades e estratégias a percorrer no pressuposto definido de operacionalização do perfil de competências que se pretende que os alunos desenvolvam como alunos do ENSR.
Após diálogo, reflexão e tratamento das respostas dadas pelos alunos, pais/encarregados de educação e docentes, verificou-se que todos viram como uma mais-valia a mudança na matriz curricular.

À data, reorganizámo-nos, estruturámo-nos e reagimos bem ao desafio, enveredando pela avaliação formativa, centrada na autorregulação do processo de aprendizagem.
Após um ano de ensino misto (presencial e à distância), conseguimos reconhecer muitas aprendizagens, tanto na nossa vida, como na nossa prática educativa, designadamente a mais- -valia para as aprendizagens e, consequente, sucesso dos alunos, numa perspetiva de flexibilização da gestão curricular, com vista à dinamização de práticas, em que se continuem a privilegiar espaços de colaboração, com objetivos de aprendizagem, operacionalizando uma pedagogia diferenciada e diferenciadora.
Assim sendo, continuar-se-á o redesenhar de processos, ambientes, metodologias, nos princípios para a mudança subjacentes ao Projeto Educativo.

Princípios Orientadores

1. Educação integral, em consecução da missão do ENSR- Escola Católica, Salesiana – formar “Bons cristãos e honestos cidadãos!”

2. Perfil do aluno à saída do ENSR: “um aluno do ENSR deve ser aberto aos valores humanos, cristãos e salesianos; desejar crescer na corresponsabilidade, respeito e partilha; ser capaz de se comprometer, de acordo com a idade, numa cidadania ativa e ter desejo de crescer nos seus conhecimentos, empenhando-se no processo de aprendizagem.” (Projeto Educativo, ENSR, 2019- 2022)

3. Integração no dia a dia do desenvolvimento do perfil do aluno à saída do ENSR, num conhecimento da Mensagem Cristã, em interdependência com os objetivos/ conteúdos/ aprendizagens essenciais das disciplinas – áreas disciplinares.

4. Operacionalização do processo de ensino-aprendizagem: estratégias e metodologias centradas no desenvolvimento de aprendizagens/ competências, em consecução do perfil do aluno ENSR, com primazia para a avaliação formativa- avaliação para a aprendizagem.

Neste contexto, no ano 2021/2022, as ações de Escola terão como núcleo o tema Pastoral do ano “Levanta-te e testemunha!”, em comunhão com o itinerário das Jornadas Mundiais da Juventude, inspirado no contexto de conversão e consciência vocacional de S. Paulo “Levanta-te! Eu te constituo testemunho do que viste” (Act. 26,16)
Todas as ações pastorais visam dar resposta ao aprofundamento das dimensões: bíblica, carismática, pedagógica, humana e psicológica que constam no Projeto Pastoral.
A perspetiva temática de continuidade ao longo do triénio de “levantar-se” dá uma constante de movimento e de interpelação pessoal para sair de si mesmo e, em consequência, para a ação de relação com os outros.
“Ser testemunho” é um convite explícito a colaborar na alteração da realidade. Com o testemunho dá-se a transformação do presente e do futuro. A nossa ação sobre os outros visa a mudança, sempre tendo por base o exemplo de Jesus. Também nós somos convidados a deixar-nos transformar, a ser testemunho das nossas vivências de fé que nos modelam.
“Levantar-se e testemunhar” refere-se também à riqueza interior que se oferece com o próprio testemunho. É um convite a deixar para trás o nosso porto seguro e partir à descoberta do outro, com a confiança e fé que é Jesus quem nos guia neste caminho. É ajudar quem mais precisa, a começar na família e na comunidade, sempre com a certeza de que Jesus nos ajuda a superar os obstáculos que iremos encontrar nessa caminhada.

1.1. Perfil de desenvolvimento

Durante o percurso no ENSR, visa-se:
– Desenvolver o espírito crítico.
– Assumir uma cultura de valores, assente numa visão cristã da vida.
– Abrir-se aos valores humanos, cristãos e salesianos.
– Desenvolver o gosto pela aprendizagem.
– Assumir um espírito de solidariedade e partilha.
– Desenvolver a autonomia.
– Mobilizar conhecimentos adquiridos.
– Apreender regras de trabalho colaborativo.
– Expor uma opinião, devidamente fundamentada.
– Exprimir-se criativamente.
– Vivenciar experiências cultural e socialmente enriquecedoras.
– Participar em ações promotoras de cidadania ativa.
– Aculturar-se de regras de convivência social.

1.2. Organização das Aprendizagens

No contexto de autonomia, mas tendo em conta o consignado na LEI, a matriz curricular espelha o que é o Ser em Educação do ENSR: educar evangelizando e evangelizar educando e, portanto, ser um passaporte para que no dia a dia se possa operacionalizar o Projeto Educativo.
No âmago da matriz curricular, em específico na criação de áreas disciplinares está a concretização do Projeto Educativo, com a atualização de metodologias de ensino, impulsionadoras de aprendizagens significativas, em que a integração de saberes específicos das disciplinas, embora únicos, sejam integrados e integradores.
As atividades de complemento educativo pretendem desenvolver nos alunos o contacto com o meio no âmbito de uma aprendizagem prática do ponto de vista técnico e/ou social, para promoção pessoal do aluno e desenvolvimento de preferências pelo saber em experiência.

II. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO

2.1. Estratégias de Ensino

O ENSR diferencia-se por um acompanhamento integral aos alunos em todas as esferas hierárquicas da estrutura da Escola, quer do ponto de vista académico, quer na individualidade de cada um, seja na sala de aula, seja nos espaços de intervalo.
Para além das estratégias de sala de aula e das ações de desenvolvimento do currículo em experiência, há toda uma dinâmica de Escola de acompanhamento ao aluno quer por dificuldades de integração, quer por dificuldades específicas das disciplinas (aulas de recuperação), quer por dificuldades ao nível dos métodos e hábitos de estudo (programa de métodos e hábitos de estudo e de apoio tutorial).

O Serviço de Psicologia desenvolve várias atividades com o objetivo de promover a integração escolar e social e a melhoria do desempenho académico dos alunos. Estão programadas intervenções em grupo de caráter universal em anos de transição – promoção da adaptação escolar na transição para o 2.º ciclo, dirigido aos alunos de 5.º ano; promoção de métodos de estudo e hábitos de trabalho para alunos de 7.º ano; e o programa de maturidade vocacional para alunos de 9.º ano de escolaridade. No âmbito da prevenção seletiva, serão desenvolvidos programas de aprendizagem socioemocional e um programa de métodos de estudo para alunos de 7.º ano selecionados pelos Conselhos de Turma. Por outro lado, serão realizadas sessões de avaliação psicopedagógica e apoio psicopedagógico individual, bem como várias palestras para pais/encarregados de educação com temáticas associadas às atividades desenvolvidas com os alunos.

Consideramos que os alunos aprendem de forma mais profícua quando motivados através de atividades que promovam a pesquisa e o trabalho colaborativo, assente numa perspetiva de autonomia e de responsabilidade, numa desenvoltura cultural, literária e desportiva, que lhes permita ultrapassar as dificuldades e traçar objetivos, tendo em conta o seu perfil e a sua faixa etária.
Os docentes desenvolvem estratégias em grupo disciplinar que preveem trabalhos individuais e trabalhos de grupo no seio da sala de aula, com grupos heterogéneos e/ou homogéneos, consoante os objetivos a alcançar e as competências a desenvolver.

As ações de complemento à sala de aula previstas no Plano Anual de Atividades (ida ao teatro, exposições, museus, ciência, contacto com o meio natural do Concelho ou com as estruturas culturais municipais) são organizadas na sua maioria em articulação curricular, em conselhos de ano, com objetivos tangíveis na pragmática das disciplinas, numa planificação integrada de acesso à Cultura.
Todos os alunos têm a oportunidade de esclarecimento de dúvidas de forma individualizada nas disciplinas em que existe aula aberta, um tempo semanal para o efeito, bem como cada aluno tem direito a um ensino diferenciado quer em sala de aula, quer na aula de recuperação das disciplinas, se tiver dificuldades específicas às mesmas, que não sejam devido a atitudes de falta de empenho.
Existe ao dispor dos alunos a plataforma “Escola Virtual”, em que os mesmos têm acesso aos conteúdos em espaços virtuais de aprendizagem dentro e fora da sala de aula.
Em todas as disciplinas há tempos de aprendizagem individual, tempos de aprendizagem colaborativa e tempos de articulação curricular, com desenvolvimento de trabalhos projeto em interdisciplinaridade.

Os docentes do ENSR operacionalizam ações/projetos que têm como pressupostos ativos a articulação de saberes, valorizando as aprendizagens significativas para a vida dos alunos.
Na sala de aula, a organização da mesma decorre das estratégias previstas no Projeto Curricular de Turma e das atividades a desenvolver, privilegiando, sempre que possível, a utilização das TIC e dos espaços exteriores, bem como o desenvolvimento de projetos tais como as Festas de Natal e da Gratidão, assim como as atividades desportivas, entre outras, com ações abertas à comunidade educativa e escolar do Município.

Os docentes têm em conta o Perfil do Aluno do ENSR e o Projeto Educativo nas diferentes ações desenvolvidas nas disciplinas e em articulação curricular e/ou em interdisciplinaridade.
As assembleias de Escola com representantes das turmas, diretores de turma e Direção, contribuem para um maior envolvimento dos alunos nos Projetos e para definição da intervenção de cada ano nas ações do ENSR.

2.2. Avaliação das Aprendizagens

A avaliação no ENSR constitui um vetor que visa favorecer as aprendizagens, numa perspetiva de autorregulação das estratégias de ensino, decorrente dos resultados da avaliação havida pelos alunos.
Num quadro de continuidade pedagógica, há lugar a avaliação diagnóstica, sempre que o docente a veja como necessária, para a ponderação das estratégias de ensino, com enfoque na especificidade de cada aluno e no contexto de turma.
A avaliação formativa faz parte do processo de ensino e de aprendizagem e permite dar ao aluno e ao docente a possibilidade de autorregulação e de melhoria contínua.
No que respeita à avaliação sumativa, os instrumentos privilegiados para a mesma são o exercício escrito de avaliação e/ou ficha de avaliação, que têm como objetivo a verificação das aprendizagens.

2.2.1. Objeto de avaliação

Nos instrumentos de avaliação formativa e sumativa, de acordo com os critérios de avaliação, avaliam-se os conhecimentos, competências específicas e transversais e as atitudes e valores.
No âmbito do Projeto Curricular de Turma, avaliam-se as áreas de competências, as estratégias e os objetivos definidos pelo Conselho de Turma e/ou ano, no âmbito das dificuldades e potencialidades da turma.
Os critérios de avaliação das disciplinas, sob proposta dos departamentos, são aprovados em Conselho Pedagógico, explicitados aos alunos em sala de aula e divulgados aos encarregados de educação no E-community no início do ano letivo.

2.2.2. Modalidades de avaliação

As modalidades de avaliação são a diagnóstica, se aplicável, e a formativa e a sumativa.
Ao longo do ano letivo, desenvolver-se-ão mecanismos de avaliação formativa, com base em instrumentos de avaliação diversificados.

2.2.3. Princípios de avaliação

A transparência é o princípio basilar do processo de avaliação e decorre da coerência entre as estratégias pedagógicas implementadas pelos docentes e o avaliado nos instrumentos de avaliação, sabendo-se que os objetivos de aprendizagem, bem como os critérios são do conhecimento dos encarregados de educação, para poder haver um maior acompanhamento entre família e Escola, numa perspetiva de corresponsabilidade educativa.

III. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA E DAS AULAS

A organização da Escola orienta-se pelos documentos emanados pelo Ministério da Educação, não obstante o facto de, no âmbito da autonomia, ser da responsabilidade da Direção da Escola. A explicitação da mesma está inscrita no Regulamento Interno da Escola.
O atendimento aos encarregados de educação por parte dos diretores de turma é semanal, com possibilidade de marcação prévia e comunicação por correio eletrónico. A plataforma disponibilizada pela Escola permite ao encarregado de educação enviar mensagens aos diretores de turma, em caso de dúvidas, visualizar o agendamento dos trabalhos de extensão curricular, avaliações e material necessário para aulas, em casos específicos de projetos para uma determinada disciplina, com conhecimento da calendarização e do cronograma das ações a desenvolver e das tarefas atribuídas ao aluno, bem como de todas as ações de avaliação.

3.1 Unidade de tempo letivo

Os tempos letivos são de 50 minutos, havendo também disciplinas que se encontram organizadas em aulas de 100/150 minutos.

3.2 Critérios para a elaboração de horários dos alunos

Os critérios para a elaboração de horários respeitam o plasmado na Lei, numa conjuntura de horário semanal de 2.º e 3.º ciclos e equilíbrio diário entre as disciplinas de caráter mais prático e mais teórico. O dia inicia com o Bom Dia às 8h25, sabendo-se que o 2.º ciclo termina às 15h30 e o 3.º ciclo às 16h20, à exceção de quarta-feira e de sexta-feira, com saída à mesma hora, respetivamente

às 13h10 e às 15h30. De referir ainda que o intervalo da manhã será das 10h15 às 10h40 e o intervalo do almoço será: 2.º ciclo – 12h20 – 13h50 e 3.º ciclo – 13h10 – 14h40.

3.3 Critérios para a constituição de turmas

As turmas são constituídas tendo em conta os critérios plasmados no Regulamento Interno, numa perspetiva de trabalho colaborativo na sala de aula.
Desta forma, os alunos novos têm a oportunidade de terem uma entrevista prévia com a Diretora Pedagógica. A integração dos alunos nas turmas é feita com base no diálogo estabelecido com as docentes titulares do 1.º ciclo, para constituição das turmas do 5.º ano ou com as Escolas de origem dos alunos, não nos cingindo aos documentos constantes no Processo Individual do aluno.

3.4 Trabalho colaborativo

Todos os instrumentos de avaliação resultam de um trabalho colaborativo dos docentes do grupo disciplinar.
O Projeto Curricular de Turma resulta de um trabalho colaborativo entre os docentes, em conselho de ano/conselho de turma.
Trabalho colaborativo na sala de aula – com pares de tutores entre alunos; trabalho de grupo; regulação do processo de aprendizagem entre alunos, com heteroavaliação.
No âmbito da afetação da componente não letiva aos docentes, há tempos estipulados para reunião de trabalho colaborativo, ora para trabalho em departamento/grupo disciplinar, ora em conselho de ano/de turma.

3.5 Projetos Específicos (atividades de complemento educativo)

De seguida, elencam-se as ações de âmbito pastoral e de complemento educativo, que operacionalizam a educação integral de cada jovem “bom cristão e honesto cidadão”.

Instituto Filhas de Maria Auxiliadora (FMA)

– Campanha missionária – Todos os anos, no mês das missões (outubro), o ENSR junta-se às restantes escolas das FMA, na doação de apoios para uma missão concreta. Em 2021-22, o destino da campanha missionária reverte a favor de Moçambique, especialmente a região de Cabo Delgado, onde as comunidades continuam a sofrer muitas privações de tudo e o terrorismo assola a vida das crianças e adultos.
– Preparação dos 150 anos do Instituto:
• 2019 / 2020 – Dar Graças: agradecemos de verdade a Deus que nos concede muitas graças.
• 2020 / 2021 – Acolher a entrega a Ti as confio.
• 2021 / 2022 – Projetar com audácia o futuro: “coragem vamos em frente com um coração grande e generoso”.

Diocese de Lisboa

– Renúncia Quaresmal – Na Quaresma, é proposto que os nossos alunos se associem à proposta emanada pela Diocese de Lisboa, contribuindo com as suas renúncias para uma ação concreta definida a nível diocesano.
– Say Yes e outros itinerários de preparação da Diocese de Lisboa para as Jornadas Mundiais da Juventude 2023. O ENSR continuará associado às iniciativas pastorais e aos itinerários de preparação dos adolescentes e jovens.

Paróquia de Cascais

– Catequese – O ENSR é um centro de catequese da Paróquia de Cascais. Dá-se oportunidade aos alunos de realizarem o seu percurso de fé no ambiente escolar, ainda que intimamente ligados ao contexto paroquial.
– Campanha solidária: Amigos à Mão – Na época do Advento, envolve-se a comunidade educativa, especialmente os alunos e os pais, para ajudar famílias carenciadas do nosso concelho com a doação de bens alimentares.

Junta de Freguesia Cascais e Estoril

– O ENSR participa na semana de voluntariado dinamizada pela Junta de Freguesia, em diferentes atividades.
Para além das atividades relacionadas com as parcerias acima mencionadas, temos algumas propostas concretas na experiência salesiana da Escola em pastoral:
– Bom Dia – momento de oração e reflexão diário.
– Celebração das festas – momentos de vivência do Carisma Salesiano com a participação da comunidade educativa (ex.: Natal, S. João Bosco, Gratidão e Maria Auxiliadora).
– Jogos Nacionais Salesianos.
– Atividades do Movimento Juvenil Salesiano (ex.: encontros de pré-adolescentes e adolescentes, encontros com DB – MM, dia nacional do MJS, acampamento nacional do MJS).

Projetos Específicos/Atividades de Complemento Educativo

O ENSR oferece, para além das referidas anteriormente, as seguintes atividades facultativas e de caráter semanal. As atividades funcionam em regime semanal e o seu horário definitivo é dado a conhecer no início do ano letivo.

Catequese, para todos os alunos

Como já foi referido, o ENSR é um centro de catequese da Paróquia de Cascais. Auxiliam nesta missão evangelizadora, as irmãs e alguns leigos (educadores, avós, pais, antigos alunos) que disponibilizam do seu tempo para “levar Jesus aos jovens”. Sendo uma atividade facultativa, não deixa de ser uma oportunidade apreciada e procurada por muitas crianças e jovens que se questionam sobre a sua dimensão espiritual e mais concretamente, sobre a sua relação com Deus. Alguns destes jovens participam ativamente na animação litúrgica da missa dominical que se celebra semanalmente na capela da escola.

Clube de Voluntariado, para alunos de 2.º e 3.º ciclos

O Clube de Voluntariado tem como objetivo ajudar os alunos a conhecer e crescer nos valores cristãos e salesianos, descobrindo as suas capacidades e desenvolvendo-as em prol da comunidade. Destina-se a todos os alunos que estejam disponíveis a crescer com os outros ao serviço do meio social envolvente. As ações de voluntariado decorrem em colaboração com algumas associações da zona.

Clube das Artes, para alunos do 2.º e 3.º ciclos

O Clube das Artes incute nos alunos o gosto pela Arte, promove a criatividade, a descoberta, as várias expressões artísticas e o conhecimento ao nível da História da Arte. Compete ainda a este Clube apoiar a realização de todo o género de cenários e adereços relativos a festas e outras atividades que se realizam na escola.

Ateliê de Música, para alunos do 2.º ciclo

O Ateliê de Música trabalha a sensibilidade – afetiva e musical – a capacidade de concentração, desenvolve o raciocínio lógico e a memória. Trabalhar com a música, principalmente em grupos, faz com que as crianças sejam induzidas à ordem, disciplina, organização e ao respeito pelo próximo. O coro tem como objeto a cultura, o estudo, o aperfeiçoamento e a divulgação da música em geral, e do canto coral em particular.

Clube de Imagem e Comunicação- 2.º e 3.º ciclos

O Clube tem como objetivo envolver os alunos na forma de divulgação das atividades do ENSR, tornando-os protagonistas do saber em ação, numa ótica de comunicação e de imagem, num formato de Newsletter e de publicações nas redes sociais.

EduRobótica

Este projeto proporciona desafios que estimulam a aprendizagem dos nossos alunos numa forma prática e criativa, através de sistemas robóticos. Neste projeto, a robótica irá ser usada como instrumento educacional que visa estimular o desenvolvimento do pensamento computacional para resolução de problemas.

IV. OPERACIONALIZAÇÃO DAS ÁREAS DE INTERVENÇÃO DO PE

Área de intervenção: Pedagógico-curricular (PC) / ano de implementação e monitorização
Objetivos estratégicos Metas Ações Responsáveis pelas ações Indicadores Fontes Responsáveis pela monitorização Calendarização da monitorização
OE1: Aumentar o número de atividades interdisciplinares nos conselhos de turma/ano para articulação do currículo Articular os currículos em projetos que proporcionem práticas centradas no aluno na sala de aula. Reuniões para articulação curricular Conselho Pedagógico Número de ações / projetos interdiscipli-nares e de articulação do currículo Planificações das ações/projetos interdisciplina-res e de articulação curricular Conselho Pedagógico Final do ano letivo
OE2: Promover o trabalho em grupo disciplinar para implementação de práticas de ensino, simultaneamente inovadoras e proporcionadoras de autonomia, espírito crítico e de um melhor ambiente educativo Aplicar estratégias que tenham como centro o aluno, diminuindo o recurso a práticas expositivas e aumentando as metodologias ativas em sala de aula Supervisão das práticas pedagógicas em sala de aula Diretora Pedagógica/ Direção Nível de satisfação dos Encarregados de Educação e alunos, para com as práticas docentes. Questionários dirigidos aos Encarregados de Educação e Alunos Diretora Pedagógica/
Conselho Pedagógico
Final do ano letivo
OE3: Promover com maior periodicidade ações de diálogo entre alunos e a Direção/Docentes e não docentes Proporcionar assembleias de Escola em que os alunos sejam elementos fundamentais e decisores de dinâmicas/projetos de Escola Reuniões com os alunos (delegados de turma) e a Direção/Diretores de Turma/Equipa da Pastoral Diretora Pedagógica/ Direção Número de propostas dos alunos implementadas na Escola Atas das assembleias de Escola Conselho Pedagógico/ Direção Final do ano letivo

V. AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO CURRICULAR

A avaliação do desenvolvimento curricular é feita junto da comunidade educativa anualmente ou de dois em dois anos, através de um questionário aos docentes, alunos e encarregados de educação.
A divulgação dos resultados obtidos na avaliação é feita junto dos alunos e aos encarregados de educação em reunião no início do ano letivo.

CONCLUSÃO

O Projeto Curricular de Escola é um documento orientador para o ano letivo e de gestão do que são os objetivos estratégicos para o ano letivo 21-22, numa ótica de oportunidade de melhoria contínua, no que respeita à avaliação/monitorização das ações/metas/indicadores inscritos no mesmo.

A Direção