Projeto Pastoral


Introdução

O Externato Nossa Senhora do Rosário, sendo uma escola católica de identidade salesiana, considera a sua função pastoral de particular importância na missão educativa, tendo como fundamento o testemunho dos seus santos fundadores, D. Bosco e Madre Mazzarello.

A escola é um lugar central na educação dos jovens, sendo que “Educar não é apenas transmitir conceitos, mas um trabalho que exige que todos os responsáveis, família, escola e instituições sociais, culturais e religiosas, participem desse processo de forma solidária. Para educar é necessário integrar a linguagem da cabeça com a linguagem do coração e a linguagem das mãos. Que um educando pensa o que sente e o que faz, sinta o que pensa e o que faz, e faça o que sente e o que pensa” (Papa Francisco aos participantes no Congresso “Educação: o pacto global”).

O nosso projeto pastoral permite-nos, com a presença frutificante da espiritualidade salesiana, aprofundar este sentido educativo e, assim, ir ao encontro dos jovens e ajudá-los a crescer de uma forma integral. Neste processo de crescimento, a espiritualidade salesiana valoriza muito os momentos celebrativos, litúrgicos e de festa.

O tema proposto pela Pastoral Juvenil Salesiana para 2022-23, intitulado “Levanta-te e Celebra”, vai ajudar-nos a integrar a Pastoral como dinâmica do dia a dia da comunidade educativa. O tema pastoral é um convite a fazer caminho para celebrar a Jornada Mundial da Juventude em 2023, em Lisboa, momento de celebrar com alegria o encontro com Jesus e com os outros.

Decorrente do acima exposto, elegemos cinco princípios orientadores para a ação pastoral no ENSR:

1.º Procura de Deus, pois toda a pessoa é naturalmente aberta ao transcendente.

2.º Abertura a conhecer Jesus.

3.º Proximidade entre Alunos, Educadores, Comunidade Religiosa e Famílias.

4.º Formação integral “Bons cristãos e honestos cidadãos”, como caminho para a Felicidade.

5.º Caminhada para a JMJ`23.

1. O Tema “Levanta-te e Celebra”

O tema pastoral, “Levanta-te e Celebra”, orienta o nosso olhar para a Jornada Mundial da Juventude de 2023, em Lisboa (JMJ`23). Mas, mais do que orientar o nosso olhar, desafia-nos a impele-nos a fazermos uma caminhada, a levantarmo-nos, para vivermos a JMJ`23 como uma grande festa, porque fizemos, fazemos e faremos a experiência profunda de encontro com Jesus e com os outros.

 

2. Logótipo

O logótipo da WYD Don Bosco 23 é o logótipo do tema pastoral 2022-2023, ‘Levanta-te e celebra’, e é inspirado nas figuras de São João Bosco e de Maria Auxiliadora.

Como base de toda a figura, o manto de Maria surge a abraçar e a envolver todos os outros elementos. Qualquer jovem que entra numa casa salesiana fá-lo conduzido por Maria Auxiliadora e fica protegido sob o seu manto. Esta figura também nos recorda a forma da coroa, um símbolo que destaca e representa a figura de Maria Auxiliadora e a sua realeza celestial. Dentro do manto e coroa descobre-se também a letra “M” (de Maria).

O tricórnio, tão característico e distintivo de Dom Bosco, surge sobre a letra “M”, que nos recorda também a corda suspensa entre duas árvores que o santo da juventude usava para os seus truques e habilidades de saltimbanco que conquistavam o coração dos que assistiam aos espetáculos. Estes dois símbolos (a corda e o tricórnio) fazem a ligação entre dois períodos marcantes da vida de Dom Bosco. Por um lado, quando tinha 11/12 anos, os inícios do seu protagonismo juvenil e da ocupação para os colegas através da pregação, da oração e das diversões, incentivado por aquilo que a Senhora no sonho lhe tinha dito; por outro, o Oratório de São Francisco de Sales, onde o sacerdote João Bosco era referência para todos os jovens pobres e abandonados da cidade de Turim.

A corda parece estar também suspensa sobre duas cruzes, símbolos da nossa fé. As brincadeiras e diversões de São João Bosco eram também uma forma de dar a conhecer a fé aos outros.

Outra forma de compreender este elemento é expondo duas figuras (uma maior à direita, outra menor à esquerda) que podem sugerir o adulto/educador e o jovem que se encontram graças ao carisma salesiano e que, em comunhão, vivem e descobrem a figura de Maria, mãe de Jesus. O educador ajuda o jovem a levantar-se e a celebrar a alegria da fé.

A faixa amarela, que surge do lado direito do logótipo, sugere um movimento ascendente, que nos convida a levantar e a partir apressadamente no caminho para a JMJ Lisboa 2023. Este traço, fora da mancha principal, relembra-nos também que o convite a percorrer o caminho deve ser para todos, mais perto ou mais afastados da Igreja.

As cores (verde, vermelho e amarelo) evocam a bandeira portuguesa e, por esta via, uma aproximação ao logo oficial da JMJ`23 e o convite ao cuidado pelo acolhimento dos peregrinos, especialmente do MJS.

Este logótipo é particularmente significativo pois apresenta-nos o carisma salesiano em direção à JMJ`23, que conta com São João Bosco como um dos patronos.

Assim, o logótipo apresentado revela que, com Maria, unidos na espiritualidade salesiana, levamos Jesus a todos, na alegria da celebração da Jornada Mundial da Juventude.

 

3. Dimensões do Tema Pastoral

O projeto pastoral expressa-se em quatro dimensões: bíblica, carismática, pedagógica e humana e psicológica.

 

DIMENSÃO BÍBLICA

O tema pastoral assenta na frase bíblica, retirada do texto da Visitação de Maria à sua prima Santa Isabel, “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39).

Maria, a jovem de Nazaré, escolhida para ser mãe de Jesus é proclamada pela fé da Igreja como Mãe de Deus e modelo de vida cristã. No contexto do episódio da Anunciação, São Lucas narra, de forma particular, o modo como a Palavra se fez carne e o Verbo de Deus se humanizou: a visita do Anjo a Maria, o poder do Espírito Santo, o sim generoso da Mãe de Deus (cf. Lc 1, 26-38).

No Evangelho de Lucas, a presença de Maria traduz um convite insistente à alegria: «Alegra-te é a saudação do anjo a Maria (cf. Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: “O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1, 47)» (Papa Francisco, Evangelho da Alegria, 5). A alegria de Maria e o seu exemplo iluminam o caminho da fé dos jovens do mundo inteiro. O seu olhar materno faz com que, apesar do cansaço, do ruído e das distrações, «a luz da esperança não se apague» (Papa Francisco, Cristo Vive, 48).

Maria é o nome próprio da Virgem Mãe de Deus. Nele está gravado também o nome de cada pessoa, particularmente de todos jovens que são, hoje, o «agora de Deus». É especialmente dirigido a cada um deles o convite a levantar-se (cf. Papa Francisco, Cristo Vive, 64; 178). 

Levantar-se é a primeira atitude que Maria toma após o anúncio do anjo. Maria parte ao encontro de Isabel como Mulher de caridade e missionária, porque, simultaneamente, Maria sai para ajudar Isabel e comunicar a boa notícia. Maria representa, assim, a necessidade da presença de Jesus para toda a Humanidade. Tal como João Batista exultou de alegria no seio de Isabel, nós também necessitamos de alegrar-nos com a presença de Jesus.

O convite a levantar-se sugere, também, a capacidade de realizar ações verdadeiramente grandiosas. Diz-nos o Papa Francisco: «É estimulante ouvir os jovens a partilhar os seus sonhos, as suas questões e o seu desejo de opor-se a quantos dizem que as coisas não podem mudar. De todas as situações que vivem como sintomas de um mundo em crise, os jovens são chamados a levantar–se, construindo um mundo novo, sabendo que na nova luz de Cristo ressuscitado há sempre uma saída para todas as situações obscuras ou dolorosas (cf. Papa Francisco, Cristo Vive, 104). Muitas são as pessoas que necessitam de uma visita e de alguém de cuide delas.

Partir apressadamente traça o perfil de alguém que transporta uma grande notícia que não pode ser calada e que sabe colocar as necessidades do outro em primeiro lugar. Maria é a Mãe de Jesus, a tenda na qual Jesus fez morada, levando-o a toda a humanidade. O Papa Francisco, ao comentar este texto, salienta Maria como Maria do Caminho.

«Maria caminha (…) de Nazaré até casa de Zacarias e Isabel: é a primeira das viagens de Maria que narra a Sagrada Escritura. A primeira de muitas. Irá da Galileia a Belém, onde nascerá Jesus; fugirá para o Egito, a fim de salvar o Menino de Herodes; além disso dirigir-Se-á cada ano a Jerusalém pela Páscoa, até à última em que seguirá o Filho até ao Calvário. Estas viagens têm uma caraterística: nunca foram caminhos fáceis, exigiram coragem e paciência. Dizem-nos que Nossa Senhora conhece as subidas, conhece as nossas subidas: é nossa irmã no caminho»[1]

Partir apressadamente é a atitude com a qual se sintetizam as indicações do Papa Francisco para a JMJ`23: «que sejam de evangelização ativa e missionária por parte dos jovens, que assim mesmo reconhecerão e testemunharão a presença de Cristo vivo»[2].

Dirigindo-se particularmente aos jovens, desafiando-os a serem missionários corajosos, o Papa escreve: «Onde nos envia Jesus? Não há fronteiras, não há limites: Ele envia-nos a todos. O Evangelho não é para alguns, mas para todos. Não é apenas para os que nos parecem mais próximos, mais recetivos, mais acolhedores. É para todos. Não tenhais medo de ir e levar Cristo a qualquer ambiente, até às periferias existenciais, inclusive a quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor. E convida–nos a ir sem medo com o anúncio missionário onde quer que nos encontremos e com quem estivermos, no bairro, no estudo, no desporto, nas saídas com os amigos, no voluntariado ou no trabalho, é sempre bom e oportuno partilhar a alegria do Evangelho. É assim que o Senhor se vai aproximando de todos. E a vós, jovens, quer-vos como seus instrumentos para derramar luz e esperança, porque quer contar com a vossa valentia, frescura e entusiasmo» (Papa Francisco, Cristo Vive, 117).

 

DIMENSÃO CARISMÁTICA

A alegria, é um elemento constitutivo do «sistema preventivo», inseparável do estudo (ou trabalho) e da piedade (religião).  É uma caraterística essencial do ambiente familiar e expressão do carinho, resultado lógico de um regime baseado na razão e numa religiosidade, interior e espontânea, que tem a sua nascente última na paz com Deus, na vida de Graça.

Num tempo geralmente austero na mesma educação familiar, Dom Bosco, mais do que qualquer outro, compreende que o jovem é jovem: sabe que a sua exigência mais profunda é a alegria. Além disso, enquanto crente e padre, está convencido de que o Cristianismo é a mais segura e duradoura nascente de felicidade, porque é alegre anúncio do Evangelho do amor.

Para Dom Bosco, a alegria assume um significado religioso, porque é coincidente com a santidade. “Servi o Senhor com alegria” era o décimo primeiro mandamento na casa de Dom Bosco. Nos dias festivos a alegria encontra as suas expressões mais sensíveis e intensas.

 

DIMENSÃO PEDAGÓGICA

Dom Bosco ensinou-nos o valor da pedagogia da festa, da alegria, da espiritualidade e da vida com sentido. E no sistema preventivo encontramos a pedagogia e a espiritualidade salesiana do equilíbrio entre alegria, celebração e compromisso. Trata-se de um meio pedagógico de intervenção educativa que valoriza o ponto de partida em que cada um se encontra, para o fazer mover a uma celebração da aprendizagem de quanto temos de riqueza e de sabedoria a viver. É a passagem do “levanta-te” (rompendo a inércia do passivo agir de quem se encontra parado) à “celebração”, como expressão de uma alegria gerada na partilha de espaços significativos de vida que transformam. E, então, celebrar com motivos e com verdade, porque não é honesto deixar então de celebrar. É por isso que educar é um exercício de dinâmica, de ação, de “levantar” e “fazer levantar” amarras que contradizem a essência do que cada um encerra, para a riqueza maior a ser vivida, e, porque vivida, celebrada.

D. Bosco costumava dizer aos seus jovens: “a minha maior satisfação é ver-vos alegres!”. A alegria e a celebração estimulam a vontade de viver, expandem o estado de espírito e revigoram a pessoa. A alegria ajuda a enfrentar os difíceis desafios da vida. É assim que podemos compreender a combinação aparentemente estranha de alegria e de cumprimento do dever de Dom Bosco, mas sem tirar o último do primeiro. Celebrar o evento da educação supõe um longo e árduo caminho de esforço, canseira e, por vezes, de desânimos e fracassos, que é preciso que cheguem ao fim com o tom da música do “conseguimos, apesar de tudo”; com o rufar dos tambores da festa da satisfação alcançada; com o mérito do tempo gasto no que realmente vale a pena: crescer e ajudar a crescer. Tudo pode (e deve) ser celebração. Sem dúvida que assim é para todo e qualquer educador que o seja de verdade. Os seus êxitos são os êxitos dos seus educandos. Não celebra só: celebra porque lhe são dados motivos para que a celebração aconteça. Celebra-se em comunidade de encontro, em vida partilhada.

Particularmente, no ambiente da escola e no campo educativo, é preciso celebrar cada dia e todos os dias. Começar pelo “pátio da alegria” de cada casa, levantar-se e dispor-se a celebrar o encontro de cada dia. Na palavra certa ao ouvido e o reforço positivo sempre necessários. Com a diversidade de ações educativas capazes de responder às necessidades e às possibilidades de cada um na personalização dos desafios educativos e na individualização dos processos de aprendizagem mais do nunca. Que bem conseguidos, geram muitos motivos de celebração. Na ação educativa qualificada, sempre diferente, nova, inovadora e bem disposta, correspondendo à originalidade, criatividade e bondade de cada pessoa dos educandos e dos educadores. Juntos na tarefa sempre nobre e única de educar. No exercício de “fazer-se amar, mais que temer”. Aprendendo e valorizando todos os momentos capazes de gerar ação e celebração. Porque a festa é um potencializador do conhecimento, pela sua diversidade de linguagens, de sujeitos e de formas, das mais simples às mais elaboradas. Todas as possíveis! Por isso, “Levanta-te e celebra”!

 

DIMENSÃO HUMANA E PSICOLÓGICA

O tema pastoral “Levanta-te e Celebra” recorda-nos a importância vital que a comemoração tem na vida humana. A celebração é “alimento” para o psíquico e para o espírito, dá novas forças à vida humana que precisa de momentos de paragem, reflexão e celebração do vivido. Reativa pensamentos positivos e emoções, como a alegria e o entusiamo, e estimula o desejo. Celebrar é dar-se a oportunidade de sair de si e de experimentar a comunhão com os outros e com o sobrenatural que nos envolve, o Mistério divino. Celebrar a realidade divina do Amor de Deus em nós, leva-nos à exteriorização e a um estado de saída constante. Celebrar é exteriorizar as realidades mais profundas e mais consistentes. É congregar, unir, comungar, fortalecer e oferecer. Celebrar é por isso um dos principais pilares da alegria e da conexão com os outros, com Deus e com o próprio.

Este movimento de saída de nós mesmos requer, no entanto, uma plena consciência do próprio ser, dos seus sentimentos, dos seus valores, dos seus sonhos. Celebrar implica o conhecimento do que somos, do que queremos e para onde estamos a caminhar, para nos darmos plenamente na comunhão do que estamos a festejar. A celebração requer, portanto, este trabalho sobre nós próprios que por sua vez, contribui para o nosso crescimento.

Celebrar, é acima de tudo, dar-se conta do bem, da alegria e querer agradecer e partilhar. A celebração é algo que define um momento de grande referência na vida. É reconhecer que a própria vida é um dom que merece ser celebrado. Por mais que as mudanças e as transformações, por vezes, nos façam pensar que não há muito tempo para nos dedicarmos à celebração, a verdade é que em momentos marcantes e no meio de grandes desafios, celebrar torna-se uma ferramenta eficaz para potenciar a autoestima, valorizar os outros e as situações da vida e fortalecer as relações. Os tempos difíceis que estamos a viver, de incerteza, insegurança e dominante cultura do medo, precisam do uso e do treino desta ferramenta: a celebração. Fazer festa faz bem à saúde mental, porque permite à pessoa procurar e perceber o sentido da própria existência e do que lhe é dado a viver.

A celebração requer também capacidade de comunicação. O tema pastoral deste ano convida-nos a evidenciar e a conhecer melhor esta capacidade humana, aprofundando os processos que a podem potenciar como, por exemplo, as várias formas de arte, o exercício do silêncio, o treino da linguagem não-verbal. A dimensão simbólica que nos caracteriza vê-se assim desenvolvida e aprofundada, permitindo-nos contactar emoções e realidades fundamentais da vida humana.

Celebrar é olhar para trás e ver que o caminho percorrido, cada esforço, cada buraco, cada queda, cada sucesso, cada aventura e desventura é digno de ser comemorado, porque são a soma de todos que nos traz ao lugar onde estamos. Nesse caminho será necessário dar-se a possibilidade de verificar com objetividade as grandes emoções, porque é graças a elas que a celebração pode acontecer, envolver e transformar a vida. De facto, é importante estarmos atentos ao impacto que a celebração tem na vida daqueles que se juntam para a viver. A celebração é imprescindível para a construção de uma cultura da pessoa e da comunidade.

É comum, quando iniciamos um projeto, um sonho, um caminho, uma aventura, vê-los muito distantes, difíceis, exigentes e quando finalmente chegamos à primeira etapa ou ao próprio objetivo, percebemos que o tornamos possível e que isso é um motivo digno de comemoração. Celebrar a JMJ, movimentando-nos para a sua preparação, irá certamente contribuir para nosso bem-estar psicológico, espiritual e será um caminho de transformação que merecerá ser celebrado.

Este ano teremos muitos motivos para celebrar. Será bom identificá-los, procurá-los e partilhá-los com a comunidade contribuindo assim para um reconhecimento e valorização do dom da vida.

 

4. Opções de fundo da Pastoral para 2022-2023:
  • Escutar os jovens e favorecer o protagonismo juvenil nas comunidades educativo-pastorais.
  • Formação e Celebrações – Fortalecimento da formação cristã e da dimensão espiritual da Comunidade Educativa: a centralidade de Deus; a dimensão carismática salesiana. Celebrar a fé – eucaristia e sacramento da Confissão.
  • Potenciar a dimensão do viver para os outros, no serviço.
  • No atual contexto do mundo e do nosso país – Gestos de solidariedade na atenção preferencial pelos mais pobres e marginalizados; o cuidado e a valorização da Família; realização de parcerias para ações de voluntariado contínuas.
  • Cuidar a Casa Comum e da fraternidade universal, a partir de opções de responsabilidade pessoal e de cultura educativa.
  • Dinamizar e envolver a comunidade educativa e local na JMJ`23.

[1] Papa Francisco, Homilia do Papa Francisco em Missa na Catedral católica de São José, na Roménia (31 de maio 2019).

[2] D. Manuel Clemente, Discurso de abertura da 196.a Assembleia Plenária da CEP (29 de abril de 2019).